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Emoções no caminho de mulheres que empreendem com afeto

  • Foto do escritor: Psicóloga Karen Silva
    Psicóloga Karen Silva
  • 21 de jan.
  • 2 min de leitura
Uma mulher sentada em frente a um notebook com semblante cansado e outra mulher com sorriso no rosto segurando uma xícara de café

Empreender com afeto é uma escolha comum entre mulheres que colocam cuidado, sensibilidade e intenção em tudo o que fazem. Nesse caminho, o trabalho não é apenas uma atividade profissional — ele se mistura com quem se é.


Quando se empreende com afeto, emoções não ficam à margem. Elas fazem parte do processo.


Quando o trabalho toca profundamente


Muitas mulheres empreendedoras colocam muito de si em seus negócios. Há zelo nos detalhes, preocupação com a experiência do cliente e desejo genuíno de oferecer algo significativo.


Por isso, críticas doem mais. A falta de reconhecimento pesa mais. As oscilações do negócio afetam não só o financeiro, mas também a autoestima. Separar “quem eu sou” do “que eu faço” nem sempre é simples.


Alegria e exaustão podem coexistir


O caminho de quem empreende com afeto é atravessado por emoções diversas: alegria ao ver o trabalho reconhecido, orgulho pelas conquistas, gratidão pelas trocas. Mas também medo, insegurança, cansaço e solidão.


Sentir prazer e exaustão ao mesmo tempo não é incoerência — é consequência de se envolver de verdade. Reconhecer essa ambivalência é um passo importante para não adoecer emocionalmente.


A culpa por descansar


Para muitas mulheres, descansar ainda vem acompanhado de culpa. Surge a sensação de que sempre deveria haver algo a mais sendo feito, como se parar fosse sinônimo de abandono ou fracasso.


Quando o afeto que impulsiona o negócio não encontra limites, ele pode se transformar em sobrecarga emocional.


O cuidado precisa incluir quem empreende


Empreender com afeto não deveria significar se anular. Pelo contrário: para sustentar esse caminho, é fundamental incluir a própria mulher no cuidado que ela oferece ao mundo.


Isso envolve:

  • Respeitar limites emocionais e físicos;

  • Aceitar que nem todos os dias serão produtivos;

  • Entender que o valor do trabalho não desaparece nos dias difíceis;

  • Buscar espaços de escuta e acolhimento.


Um convite à escuta e ao cuidado


O acompanhamento psicológico pode ser um espaço para acolher essas emoções, fortalecer a autoestima e construir um jeito mais leve e possível de empreender.


Cuidar da sua saúde emocional é também cuidar do seu negócio.


👉 Você não precisa dar conta de tudo sozinha. A psicoterapia online pode te acompanhar nesse processo.



 
 
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